quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

A borboleta em exposição




Nesta fotografia vou apenas explicar o que aconteceu.

Então queridos, estava eu no Centro Cultural Carlos Drummond de Andrade, na cidade onde moro. Observava as exposições do dia, após terminar de ver a do primeiro andar, subi na direção da biblioteca. Chegando ao topo das escadas percebi que no hall que leva a sala de teatro tinha outra exposição. Logo que entrei vi uma cena que me emocionou muito, vi uma borboleta pousar em um quadro exposto, um quadro com a Elizabeth Savala numa apresentação teatral, em passado festival de Inverno itabirano. Na hora não dispunha da minha câmera e improvisei com o celular, infelizmente a qualidade da imagem ficou a desejar, mas a cena foi tão mágica que não soube me conter e guardá-la comigo.
                Enfim, deixo aqui o dia em que a borboleta se entupiu de arte!

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Café


O café invade a casa.
Agora a casa tem cheiro de café
ou será que o café tem cheiro de casa?

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Assim eu sonhei...

Para meu amigo Mauro Costa

"...Eu difuso em fim;
Os pássaros vem me levar aí
Visitar o céu..."

Los Hermanos 

Cidadão de Papelão

 

"O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, nem voz
Nem terno, nem tampouco ternura
À margem de toda rua, sem identificação, sei não
Um homem de pedra, de pó, de pé no chão
De pé na cova, sem vocação, sem convicção
À margem de toda candura
À margem de toda candura
À margem de toda candura

Um cara, um papo, um sopapo, um papelão

Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura
Cria a dor, cria e atura

O cara que catava papelão pediu
Um pingado quente, em maus lençóis, à sós
Nem farda, sem tampouco fartura
Sem papel, sem assinatura
Se reciclando vai, se vai

À margem de toda candura
À margem de toda candura

Homem de pedra, de pó, de pé no chão

Não habita, se habitua
Não habita, se habitua"

O Teatro Mágico site oficial